(Em construção...)
HILÁRIO FERRERIA :

No candomblé tem o posto de Ogan.
Graduado em Ciências Sociais e Mestre em História Social pela UFC.
Pesquisador da Cultura e História do Negro no Ceará.
Autor do livro: "Catirina, minha nêga, tão querendo te vendê...": escravidão, tráfico e negócios no Ceará do século XIX (1850-1881). Fortaleza : SECULT/CE, 2011 e do Paradidático - Abolição no Ceará: um novo olhar – Editora IMEPH. 2009.
Possui também artigos publicados em livros como: Cultura popular e culturas afrodescendentes In: Negros no Ceará: história, memória e etnicidade. - 1ª ed.Fortaleza : Museu do Ceará, 2009; A presença de africanos livres no Ceará do séc. XIX - um resgate histórico In: Trajetórias históricas e práticas pedagógicas da população negra no Ceará.1 ed.Fortaleza : Imprece, 2009; Sociabilidade e solidariedade dos negros livres e escravos no Ceará do Séc. XIX In: DOCUMENTOS - Revista do Arquivo Publico do Estado do Ceará: Afro-brasileiro.1 ed.Fortaleza: Secretária de Cultura do Estado do Ceará, 2009, V. 1.
Sacerdote de candomblé e iniciado na religião há mais de 20 anos.
Nasceu em Maceió-AL, reside a 20 anos em Carapicuíba-SP.
Bacharel em Direito na Faculdade UNIPE e atualmente esta cursado rh pela faculdade faceq/SP e continua sua luta por igualdade e sua busca incansável para ver o crescimento do municio de Carapicuíba.
Foi 6 anos presidente do movimento negro;
Fui vice presidente da secretaria GLBTT de Carapicuíba;
Hoje diretor presidente da federação de umbanda e candomblé de Carapicuíba/FETUCCADiretor presidente da agencia de empregos NJILA Rh Supervisor de governo de carapicuiba/sp;
Hoje presidente da secretaria do negro e GLBTT do PC do B.
TRABALHOS REALIZADOS DA FETUCCA PARA AS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA:
Criação de uma Federação de Umbanda e Candomblé (FETUCCA) para trabalhar as questões religiosas;
Intermediação de mão de obras, com parceria de empresas privadas e a Njila Recursos Humanos;
Regularização de casas religiosas de matriz Africana (Candomblé e Umbanda) dando vida jurídica e orientação, sem custo;
Homenagem na Câmara Municipal de Carapicuíba aos Zeladores e Zeladoras mais antigo da cidade;
Isenção do IPTU para os templos com parceria da Prefeitura de Carapicuíba;
Um grande espaço no cemitério exclusivo para os templos;
Pleiteou a criação da Lei que determina o segundo domingo do mês de julho dedicado as religiões de matrizes africanas;
Pleiteou a criação da Lei que tramita na Câmara aprovação da lavagem da igreja todos os anos;
Realizou a 1ª lavagem das escadarias da igreja Nossa Senhora Aparecida no bairro Ariston.
Criou o 1º Afoxé de Carapicuíba, que abriu o carnaval de 2011 (Afoxé Omo Obá);
Parceria com a Faculdade UNIESP e FMU, com descontos em cursos de graduação.
Palestras com o ex- Secretário de segurança pública do Estado de São Paulo Dr. Hedio Silva Junior;
Palestra no dia 21/01/2011/2012/2013/ na ordem dos Advogados do Brasil (OAB de Carapicuíba), no dia de combate a intolerância religiosa;
Missa Afro-Brasileira em 2009 e 2010/2011/2012/2013 na igreja São Pedro com Padre Mauro.
ANDREZA ORNELLAS DE SOUZA (MIKAIACI)

Iniciada no candomblé para Samba Kalunga, uma nkisiame (energia) das águas.
Estudiosa e praticante de candomblé bantu. Esposa e filha de candomblecistas da mesma nação.
Palestrante do I CONGRESSO DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA NO CARIRI.
"Nascida no estado do Rio de Janeiro no dia 12 de Março de 1989,sendo filha de Eliane Souza de Ornellas e Antonio Vanderlei de Souza e fazendo parte de uma família maternal de católicos. Minha história dentro da religião afro começa antes mesmo de nascer. Minha mãe, Eliane no auge de sua infância aos 7 anos, começou a ficar doente e apresentando várias "feridas" pelo seu corpo, levando a ser internada em estado crítico. Minha família mesmo sendo de católicos,tinha um amizade distante com um senhor "dono" de uma casa de Artigos Religiosos (Comércio) e um dia pediu a minha avó se podia visitar á minha mãe,que naquele momento estava internada no Hospital. Ao visita-la o senhor Barreto pediu para que o meu avô assinasse um termo de responsabilidade e tirasse a minha mãe daquele hospital,aonde estava em tratamento e levasse ao seu terreiro,pois o problema dela era espiritual e ele cuidaria dela. O meu avô um católico fiel,devoto de Nossa Senhora da Aparecida,confiou a vida de sua filha mais velha nas mãos daquele senhor que se dizia "Pai de Santo". E assim se fez,retirou ela do hospital,levou para o Terreiro aonde ela passou por vários ritos,ebós,entre outras coisas.
Minha mãe assim seguiu sua trajetória espiritual,começando pela Umbanda. Anos mais tarde Eliane engravida e dá a luz há uma menina,que ela coloca o nome de Andreza e que seria predistinada desde então ao mundo afro,mais precisamente ao culto Bantu,aos Nkisis,há nação do Angola.
Como minha mãe fazia parte de uma casa de Jeje Mahin,mas não era iniciada anualmente ela fazia o seu "bori" como uma abiã e cuidava de seus caboclos,preto velhos e catiços... Então fui nascida e criada dentro daquele Terreiro de Candomblé da nação de Jeje Mahin, descendente da Roça dos Venturas em Cachoeira de São Félix/Bahia. Ali fui aprendendo e observando o que se acontecia dentro de uma roça de santo de Candomblé. Aos 7 anos fiz um ritual chamado de "Obi d'água",aos 9 fiz o ritual chamado de "bori',aonde segui periódicamente fazendo esse ritual até os 14 anos,aonde não quis mais seguir aquela vida dentro do santo,aonde me levou a me afastar daquele terreiro de Candomblé.Aos 16 anos passei a demonstrar problemas 'espirituais", aonde incorporava com entidades de umbanda,como Pomba Gira,Caboclo e frequentemente "bolava" no santo. Mas não queria responsabilidade com o santo naquele momento,estava no auge da minha adolescência...Queria sair,namorar,dançar,tinha que terminar os estudos. Então fui levando,fingindo que não sabia o que estava acontecendo comigo,que até um determinado momento comecei a apresentar problemas psiquiátricos e a minha mãe junto á médica cogitou em me internar em um sanatório. Foi quando pedi á ela,para me mandar por uns tempo para a casa de uma tia,que mora em Ipiaú/Bahia para passar uns tempos por lá. Nesse momento estava prestes a completar 18 anos,já tinha terminado meus "Ensino Médio",aonde estudei em colégio de Padres. Chegando na Cidade Ipiaú,na casa de minha Tia a qual de tanto respeito pela religião afro,que chega a ter medo,um belo dia conheci o homem que mudaria toda a minha vida pessoal e espiritual. Conheci o senhor Adnaldo Pereira (Pai Naldo),da Ndanji (raíz) Tombencí,nação de Angola,iniciado por Mam'etu Tauá Nirê (in Memória) para o Nkisi Hongolô (Nkisi do Arco Íris) a qual recebeu a dijina ( nome de iniciado) de Aidan Sileuá que depois da morte de sua Mam'etu seguiu com sua Kitumínus (Obrigações) com Mam'etu Mukalê também da Ndanjí do Tombeíci matriarca do Nzo Matamba Tombencí Neto em Ilhéus/Bahia,casa a qual tem mais de 125 anos de fundada.
Quando conheci "Pai Naldo",com sua total simpatia,lhe contei toda a minha história e minha pequena tragetória dentro santo. Ele muito humilde me convidou para conhecer o Terreiro de Candomblé que fica situuado na cidade de Ipiaú/Baia,aonde fui muito bem recebida pelos seus filhos de santo,que hoje se passa um pouco mais de Dois Mil filhos de santo inciado em todo o Brasil,depois de uns dias na sua roça de santo ele abriu um jogo e falava que ali o meu "santo" me cobrava feitura e que eu tinha um cargo Sacerdotal,e que deveria cumprir a minha missão que Nzambi tinha me designado,foi aonde que mais uma vez "bolei" no santo... Sendo que seria a última vez que bolaria,pois Tata Aidan Sileuá,prometeu ao santo que me iniciaria. E assim o fez,1 mês depois estava dentro da roça dele no dia 20 de Janeiro de 2007 estaria para o ritual chamado "Bolonã" , aonde fui recolhida,e com 13 irmãos de barcos fui iniciada para o Nkisi Samba Kalunga,no dia 09 de Fevereiro de 2007,dentro do Tombencí,nação do Angola e tenho como meu padrinho de Orunkó o Tata Kabila Mukongo (Alexandre - Patriarca do Abaça Cimirê Saramatamba,Ndanji do Kassanje / Rio de Janeiro) a qual recebi a Dijina de Mikai'sí.
Hoje sou Matriarca do Nzo Kia Mukini Uá Maza (Casa da Dança das Águas) junto ao meu marido Tat'etu Muadi Nganza Ria Mpanzu,filho de Mam'etu Auiza Lundire e Tat'etu Mufumbi Kitambo,descendente da Ndanjí do Goméia e hoje Patriarcas do Nzo Ndunda Ria Muxitu.
Hoje entendo a minha missão que Nzambi me designou, e tento fazer o melhor possível. Sou feliz por ser do Candomblé,sou apaixonada por minha nação,amo os Nkisis. E tenho orgulho em dizer que fui escolhida!
Nzambi Uá Kuatesá! Que Mam'etu Samba Kalunga e Nzambi abençoe á todos nós!
Kakala Aueto!"
ANDREZA ORNELLAS DE SOUZA (MIKAIACI)

Iniciada no candomblé para Samba Kalunga, uma nkisiame (energia) das águas.
Estudiosa e praticante de candomblé bantu. Esposa e filha de candomblecistas da mesma nação.
Palestrante do I CONGRESSO DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA NO CARIRI.
"Nascida no estado do Rio de Janeiro no dia 12 de Março de 1989,sendo filha de Eliane Souza de Ornellas e Antonio Vanderlei de Souza e fazendo parte de uma família maternal de católicos. Minha história dentro da religião afro começa antes mesmo de nascer. Minha mãe, Eliane no auge de sua infância aos 7 anos, começou a ficar doente e apresentando várias "feridas" pelo seu corpo, levando a ser internada em estado crítico. Minha família mesmo sendo de católicos,tinha um amizade distante com um senhor "dono" de uma casa de Artigos Religiosos (Comércio) e um dia pediu a minha avó se podia visitar á minha mãe,que naquele momento estava internada no Hospital. Ao visita-la o senhor Barreto pediu para que o meu avô assinasse um termo de responsabilidade e tirasse a minha mãe daquele hospital,aonde estava em tratamento e levasse ao seu terreiro,pois o problema dela era espiritual e ele cuidaria dela. O meu avô um católico fiel,devoto de Nossa Senhora da Aparecida,confiou a vida de sua filha mais velha nas mãos daquele senhor que se dizia "Pai de Santo". E assim se fez,retirou ela do hospital,levou para o Terreiro aonde ela passou por vários ritos,ebós,entre outras coisas.
Minha mãe assim seguiu sua trajetória espiritual,começando pela Umbanda. Anos mais tarde Eliane engravida e dá a luz há uma menina,que ela coloca o nome de Andreza e que seria predistinada desde então ao mundo afro,mais precisamente ao culto Bantu,aos Nkisis,há nação do Angola.
Como minha mãe fazia parte de uma casa de Jeje Mahin,mas não era iniciada anualmente ela fazia o seu "bori" como uma abiã e cuidava de seus caboclos,preto velhos e catiços... Então fui nascida e criada dentro daquele Terreiro de Candomblé da nação de Jeje Mahin, descendente da Roça dos Venturas em Cachoeira de São Félix/Bahia. Ali fui aprendendo e observando o que se acontecia dentro de uma roça de santo de Candomblé. Aos 7 anos fiz um ritual chamado de "Obi d'água",aos 9 fiz o ritual chamado de "bori',aonde segui periódicamente fazendo esse ritual até os 14 anos,aonde não quis mais seguir aquela vida dentro do santo,aonde me levou a me afastar daquele terreiro de Candomblé.Aos 16 anos passei a demonstrar problemas 'espirituais", aonde incorporava com entidades de umbanda,como Pomba Gira,Caboclo e frequentemente "bolava" no santo. Mas não queria responsabilidade com o santo naquele momento,estava no auge da minha adolescência...Queria sair,namorar,dançar,tinha que terminar os estudos. Então fui levando,fingindo que não sabia o que estava acontecendo comigo,que até um determinado momento comecei a apresentar problemas psiquiátricos e a minha mãe junto á médica cogitou em me internar em um sanatório. Foi quando pedi á ela,para me mandar por uns tempo para a casa de uma tia,que mora em Ipiaú/Bahia para passar uns tempos por lá. Nesse momento estava prestes a completar 18 anos,já tinha terminado meus "Ensino Médio",aonde estudei em colégio de Padres. Chegando na Cidade Ipiaú,na casa de minha Tia a qual de tanto respeito pela religião afro,que chega a ter medo,um belo dia conheci o homem que mudaria toda a minha vida pessoal e espiritual. Conheci o senhor Adnaldo Pereira (Pai Naldo),da Ndanji (raíz) Tombencí,nação de Angola,iniciado por Mam'etu Tauá Nirê (in Memória) para o Nkisi Hongolô (Nkisi do Arco Íris) a qual recebeu a dijina ( nome de iniciado) de Aidan Sileuá que depois da morte de sua Mam'etu seguiu com sua Kitumínus (Obrigações) com Mam'etu Mukalê também da Ndanjí do Tombeíci matriarca do Nzo Matamba Tombencí Neto em Ilhéus/Bahia,casa a qual tem mais de 125 anos de fundada.
Quando conheci "Pai Naldo",com sua total simpatia,lhe contei toda a minha história e minha pequena tragetória dentro santo. Ele muito humilde me convidou para conhecer o Terreiro de Candomblé que fica situuado na cidade de Ipiaú/Baia,aonde fui muito bem recebida pelos seus filhos de santo,que hoje se passa um pouco mais de Dois Mil filhos de santo inciado em todo o Brasil,depois de uns dias na sua roça de santo ele abriu um jogo e falava que ali o meu "santo" me cobrava feitura e que eu tinha um cargo Sacerdotal,e que deveria cumprir a minha missão que Nzambi tinha me designado,foi aonde que mais uma vez "bolei" no santo... Sendo que seria a última vez que bolaria,pois Tata Aidan Sileuá,prometeu ao santo que me iniciaria. E assim o fez,1 mês depois estava dentro da roça dele no dia 20 de Janeiro de 2007 estaria para o ritual chamado "Bolonã" , aonde fui recolhida,e com 13 irmãos de barcos fui iniciada para o Nkisi Samba Kalunga,no dia 09 de Fevereiro de 2007,dentro do Tombencí,nação do Angola e tenho como meu padrinho de Orunkó o Tata Kabila Mukongo (Alexandre - Patriarca do Abaça Cimirê Saramatamba,Ndanji do Kassanje / Rio de Janeiro) a qual recebi a Dijina de Mikai'sí.
Hoje sou Matriarca do Nzo Kia Mukini Uá Maza (Casa da Dança das Águas) junto ao meu marido Tat'etu Muadi Nganza Ria Mpanzu,filho de Mam'etu Auiza Lundire e Tat'etu Mufumbi Kitambo,descendente da Ndanjí do Goméia e hoje Patriarcas do Nzo Ndunda Ria Muxitu.
Hoje entendo a minha missão que Nzambi me designou, e tento fazer o melhor possível. Sou feliz por ser do Candomblé,sou apaixonada por minha nação,amo os Nkisis. E tenho orgulho em dizer que fui escolhida!
Nzambi Uá Kuatesá! Que Mam'etu Samba Kalunga e Nzambi abençoe á todos nós!
Kakala Aueto!"

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